Irritante, irritante, sempre. Faz as perguntas, dá as respostas. Interrompe os entrevistados com argumentos muitas vezes desajustados. Interrompe os entrevistados, fazendo novas perguntas, cortando-lhes os raciocínios. Interrompe-os sem que acabem as respostas e dá a palavra a outros. Chega a ser insolente. Sempre com um sorrizinho a bailar-lhe no rosto. Tudo isto numa só pessoa. Ainda não adivinharam quem é? Ontem no programa da RTP «Prós e Contras», em que o tema era Exercício de Cidadania, foi o exemplo acabado do mau uso da cidadania.Esta é a minha opinião. Discutível, mas minha. O seu nome actual: Fátima Campos Ferreira. Por mim podiam mandá-la entrevistar os bichos do Zoológico. Valha-nos São Pancrácio.
Nota acerca do título do texto: estava exitante à procura de um título quando na televisão passou um anúncio sobre a Casa Ermelinda Freitas (vinhos).Automaticamente escrevi-o. Deixei-o ficar, até porque os vinhos são bons.
Carantonha- s.f.-contorsão do rosto, esgar, máscara, cara feia, carranca, caraça. * Em criança, na região de onde sou natural, e onde então vivia, quando se brincava ao carnaval, o artefacto que nos ocultava o rosto, era a carantonha porque por norma era coisa feia. O tempo passa, a evolução acontece, e hoje, pelo menos quando jogamos ao carnaval, usamos uma máscara. Ou será que não a usamos todos os dias?
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terça-feira, 7 de dezembro de 2010
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