Cogito ergo sum=penso logo existo. Quem é que disse isto? Não interessa. Também há quem diga, penso eu de que Também penso=acho. Acho que um penso não fica mal a ninguém, sobretudo se for para lhe tratar da saúde, quer dizer tratar das maleitas. Acho. Penso. Logo, penso que amanhã vou dar uns murros ("pensos") num tipo que me anda a sarrazinar a paciência. Depois, o outro dirá (não à polícia, pois não está nos seus hábitos) aos que estejam por ali: "ele deu-me um murro aqui (e aponta) e eu acho (penso) que o agredi; também acho que ainda lhe toquei." E disse mais, "isto é um assunto sem importância, portanto penso que fica sanado (ao "penso")
Eu penso, sem aspas, que qualquer coincidência com a realidade (não) (é) pura semelhança bla, bla, bla.Pois se inventei os factos agora mesmo, penso eu de que.
Carantonha- s.f.-contorsão do rosto, esgar, máscara, cara feia, carranca, caraça. * Em criança, na região de onde sou natural, e onde então vivia, quando se brincava ao carnaval, o artefacto que nos ocultava o rosto, era a carantonha porque por norma era coisa feia. O tempo passa, a evolução acontece, e hoje, pelo menos quando jogamos ao carnaval, usamos uma máscara. Ou será que não a usamos todos os dias?
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domingo, 7 de fevereiro de 2010
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